Em meio a rumores que haverá desabastecimento na região metropolitana, devido ao rompimento da barragem da Vale, em Brumandinho, a Copasa emitiu nota esclarecendo que não há risco na região metropolitana de Belo Horizonte.

A captação de água no rio Paraopeba está suspensa desde janeiro, quando a Mina do Feijão se rompeu em Brumadinho. O volume total do sistema Paraopeba é de 75,0%; sendo que a represa do Rio Manso está com 75,0%; Serra Azul com 70,0%; e Várzea das Flores com 86,4%

Nota na íntegra:

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A Copasa esclarece à população que não há risco iminente de colapso hídrico para o abastecimento da capital e dos municípios atendidos pela Companhia na RMBH, apesar da interrupção da captação no rio Paraopeba desde o rompimento da barragem da Mina do Feijão, no dia 25 de janeiro de 2019. O abastecimento está sendo feito pelas represas do Rio Manso, Serra Azul e Várzea das Flores e pelo rio das Velhas.

Os gráficos disponíveis no site da Copasa mostram que as três represas do Sistema Paraopeba estavam, em março de 2014, com 68,7% de volume acumulado, chegando a 26,2% após 1 ano e meio, em setembro de 2015, ainda sem risco de desabastecimento, em decorrência do andamento da obra de captação do rio Paraopeba. Com a implantação dessa obra, em dezembro de 2015, o volume acumulado nos primeiros seis meses passou para 58,8%. No final de março/2019 este volume estava em 75,4%.

Assim, as três represas e o rio das Velhas estão com plena capacidade para atender a população, por pelo menos um ano e meio, inclusive durante os períodos de estiagem 2019/2020, podendo se estender, dependendo do volume de chuvas.

Hoje (10/04), o volume total do sistema Paraopeba é de 75,0%; sendo que a represa do Rio Manso está com 75,0%; Serra Azul com 70,0%; e Várzea das Flores com 86,4%. A situação diária do volume dos reservatórios da RMBH pode ser consultada, no site: http://www.copasa.com.br/wps/portal/internet/abastecimento-de-agua/nivel-dos-reservatorios.

Cumpre ainda informar que a Copasa está buscando junto à VALE a implantação de alternativas para evitar o risco futuro de desabastecimento.

(Imagem Reprodução Wikipedia)

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